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Gestão de Crises e Continuidade dos Negócios

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O que os CIOs pensam sobre Disaster Recovery

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Publicado em 15 de dezembro no site Hot Aisle - http://www.thehotaisle.com/,  resumo da discussão realizada em evento que reuniu alguns CIO em Londres. O evento tratou sobre a recuperação de desastres e as implicações para a TI e o negócio. Reproduzo abaixo os itens mais importantes desta publicação.

 

1) Muitas organizações ainda classificam a continuidade dos negócios como um "problema" apenas de TI.Mudar essa visão é um enorme desafio. Geralmente, exceto nas organizações onde existe uma maior regulação, como no setor bancário, por exemplo, a GCN não é vista como uma questão corporativa ou tem foco nos negócios.

 

2) Os executivos de TI devem entender o valor da GCN para o negócio, e que, caso os riscos identificados não sejam aceitos será necessário investir tempo, dinheiro e recursos em GCN.

 

3) É preciso entender as necessidades do negócios antes de começar a proteger cada servidor e cada aplicação, pois se isto for feito de forma indiscriminada o custo será proibitivo. Deve-se definir os SLAs e tempos de recuperação de cada processo de negócio crítico, para que as decisões sobre a continuidade dos negócios sejam tomadas de forma profissional. Se você não começar com uma visão do que é necessário, é certo que você não vai conseguir.

 

4) Muitas empresas não consideram o desenvolvimento de estratégias de recuperação de desastres, até terem sofrido algum tipo de desastre ou interrupção - talvez porque somente depois de experimentar um período de inatividade significativo, são capazes de avaliar o custo(prejuízo) da interrupção para o negócio e então justificar o investimento em continuidade dos negócios. A melhor opção é estimar o custo da inatividade antes de ocorrer um desastre. Muitos executivos olham apenas o custo da proteção e não o investimento em continuidade dos negócios.

 

5) TI é visto, erroneamente, como algo que cria a necessidade de investimentos em continuidade dos negócios, mesmo sem que se faça uma avaliação crítica dos riscos. Sistemas de TI são muitas vezes vistos como parte do "encanamento" e que sempre estarão disponíveis, aconteça o que acontecer, sem qualquer necessidade de investimento em continuidade dos negócios.

 

6) Todos os CIOs entendem que a GCN deve começar no negócio, a partir de uma perspectiva mais ampla e que o plano de recuperação de desastres é uma decorrência, com foco nas necessidades do negócio, o que está absolutamente correto.
última atualização Domingo, 17 Janerio 2010 10:27  

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