GCNBRASIL.

Gestão de Crises e Continuidade dos Negócios

  • Increase font size
  • Default font size
  • Decrease font size

Seguros de países emergentes contra catástrofes naturais são insuficientes? Sim ou Não?

Email Print
A empresa londrina de seguros Lloyd's avaliou em Novembro de 2012 em um estudo que os países emergentes, entre eles a China e vários latino-americanos, estão pouco assegurados contra desastres naturais e que as consequências financeiras destas catástrofes recaíam nos Estados.

Segundo este estudo, encomendado pela Lloyd's e elaborado pelo instituto CEBR - Centre for Economics and Business Research, o deficit anual de cobertura dos riscos por parte dos seguros em 17 economias emergentes chega a 168 bilhões de dólares, o que os "expõe severamente aos custos a longo prazo dos desastres".

A China representa sozinha 79,57 bilhões de dólares deste montante. As outras economias citadas no estudo são Brasil, Hong Kong, Polônia, Colômbia, Tailândia, México, Arábia Saudita, Chile, Nigéria, Índia, Turquia, Egito, Filipinas, Vietnã, Indonésia e Bangladesh.

 “O Estado assume uma proporção excessiva dos custos das catástrofes naturais nos países que têm uma fraca taxa (de penetração) dos seguros", destacou a Lloyd's.

Como exemplo, a seguradora londrina citou o terremoto de maio de 2008 na região chinesa de Sichuan, que deixou cerca de 70 mil mortos e 18 mil desaparecidos.

Apenas 0,3% dos danos calculados em 125 bilhões de dólares correram por conta das seguradoras, "o que deixou o Estado chinês tendo que pagar quase a totalidade dos custos".

Quando as economias de forte crescimento continuam desenvolvendo-se e as redes de abastecimento estão cada vez mais interligadas, é hora de nos perguntarmos:

O mundo pode se permitir um risco tão elevado?
 

PUBLICIDADE

PARCEIROS


Translate

Portuguese English French German Italian Spanish

Creative Commons License
Site GCNBRASIL - Creative Commons Atribuição-Uso Não-Comercial-Vedada a Criação de Obras Derivadas 2.5 Brasil License.